Com decisões, números e ritmo — para empresas que precisam reorganizar seu funcionamento para sustentar a próxima fase.
Atuamos como Operating Partners — na prática, uma atuação operacional temporária, com mandato claro, foco em execução e começo, meio e fim.
Não se trata de sociedade formal, equity obrigatório ou terceirização permanente.
Entramos para destravar a execução e saímos quando o time volta a operar com autonomia.
Empresas raramente falham por falta de ambição ou estratégia. Elas travam quando o plano de negócios não se sustenta na prática — seja porque foi mal formulado, seja porque não consegue ser executado.
Isso costuma aparecer quando:
Quando isso acontece, o motor que transforma intenção em resultado deixa de funcionar.
Atuamos com empresas que precisam mudar de fase — e sabem que o jeito atual de operar não sustenta o próximo passo.
Normalmente somos acionados quando:
Trabalhamos com scale-ups, empresas médias, negócios familiares em profissionalização, spin-offs e startups fora do estágio inicial.
Nossa abordagem varia conforme o tipo de transição:
Crescimento desorganizado
Entramos para reconectar prioridades, papéis e números, criando foco e cadência antes de qualquer nova escala.
Empresa pós-investimento
Atuamos na validação do plano, na tradução da tese em execução e na reorganização do time para fazer o capital trabalhar a favor do negócio.
Produto ou oferta travados
Começamos pela leitura de dados reais — conversão, churn, custo e margem — antes de qualquer ajuste em marketing ou tecnologia.
Preparação para venda ou profissionalização
Trabalhamos para tornar a operação previsível, governável e legível para investidores, sucessores ou novos executivos.
A maioria dos problemas atribuídos ao marketing não são de marketing. São problemas de oferta, produto, precificação, modelo de negócio ou decisão mal conectada.
Por isso, nossa atuação parte sempre da reconexão entre:
Negócio
plano, modelo, margem, prioridades
Marketing
geração de demanda como ferramenta, não como fim
Produto
conversão, ativação, retenção e experiência real
Essas decisões são guiadas por um conjunto mínimo de números que sustentam qualquer negócio saudável:
Quando essas engrenagens se alinham, a execução volta a fazer sentido.
Trabalhamos lado a lado com fundadores e lideranças, por ciclos definidos, com foco total em destravar decisão, foco e execução.
30 dias
Uma porta de entrada objetiva para destravar a operação.
Ao final do sprint, a empresa ganha foco, ritmo e clareza sobre os próximos passos — inclusive se faz sentido avançar para um ciclo mais profundo.
60 a 90 dias
Quando o desafio exige reorganização estrutural.
Entramos para fazer rodar.
Saímos quando o time consegue seguir sem a gente.
Em alguns contextos, especialmente em empresas de dono, podemos estruturar modelos de alinhamento de incentivos ligados a resultado, eficiência ou criação de valor.
Esses formatos são avaliados caso a caso e nunca substituem a responsabilidade executiva da empresa.
Nossa atuação se apoia em um fluxo operacional claro:
Objetivo
O que precisa mudar para o negócio avançar.
Plano
Hipóteses, prioridades e critérios de sucesso.
Execução
Decisões traduzidas em ação, com donos definidos.
Indicadores
Números que guiam decisão (não dashboards decorativos).
Aprendizado
Ajustes contínuos a partir da operação real.
Esse ciclo cria ritmo, reduz ruído e devolve previsibilidade à empresa.
Nosso papel é reconectar plano, pessoas e operação — e devolver o controle à empresa.
A Mob House é liderada por Michel Lent, empreendedor e executivo com mais de 30 anos de atuação na interseção entre tecnologia, negócio, marketing e decisão.
Ao longo da carreira, atuou do lado de dentro de empresas em momentos críticos — crescimento acelerado, reorganização operacional, reposicionamento de produto, busca de breakeven, preparação para IPO e transições de liderança.
Essa experiência moldou uma forma específica de operar:
A atuação é direta, hands-on e orientada à decisão. Quando necessário, especialistas e parceiros são acionados de forma pontual — sempre para fortalecer a operação do cliente, não para criar dependência externa.
Nosso trabalho termina quando:
A partir daí, a empresa segue sozinha — e volta a nos chamar apenas quando entra em uma nova transição.
a hora de conversar é agora.
Uma conversa objetiva para entender o momento, o fit e os próximos passos.