Mob House
Inteligência Coletiva na Era da IA
A Inteligência Artificial, você já tem. A coletiva, ainda não.
A cada dia, mais pessoas se viram sozinhas com a IA. A ferramenta chegou. A forma de operar, não. Transformar o uso individual em resultado no time, na área, na empresa inteira é o verdadeiro desafio. É essa distância que a Mob House atravessa com você.
O cenário
A IA generativa pode somar trilhões à economia. Quase ninguém está capturando isso.
A McKinsey estima de US$ 2,6 a 4,4 trilhões por ano que a IA generativa pode adicionar à economia. No trabalho real, Brynjolfsson já mediu 14% de ganho de produtividade. O prêmio é grande o bastante pra reorganizar a empresa em volta dele.
No indivíduo, o ganho aparece sozinho. Ferramentas de consumo como o ChatGPT se adaptam com flexibilidade ao uso de cada pessoa. O problema nunca foi alguém aprender a usar.
Mas 95% das empresas não tiveram retorno mensurável com IA, segundo o MIT. A trava não é a tecnologia, é a organização: a ferramenta nova esbarra no jeito antigo de operar. Uma pessoa usando IA bem é um ganho isolado. O que muda a operação é a área inteira operando junto. É por isso que a gente trabalha em mob.
O que é
Sistema operacional é a camada embaixo de tudo.
Como a empresa se divide em áreas. Quem decide o quê. Como o trabalho passa de uma mão pra outra. Como as partes conversam. Toda empresa roda num sistema desses, mesmo quando ninguém escreveu ele em lugar nenhum.
O seu organograma não é natureza. Ele é a resposta a uma pergunta antiga: como coordenar muita gente fazendo tarefa manual? A estrutura segue a lógica do trabalho que a empresa precisa fazer, e as áreas acabam desenhadas no formato de como a empresa se comunica por dentro.
A IA muda essa pergunta. Dá pra reorganizar em volta do objetivo, não dos canais: silos que caem, times menores com escopo mais largo, o humano saindo da execução e indo pra direção, o julgamento e a orquestração. O atalho é redesenhar antes, não esperar os quase 30 anos que a eletricidade levou pra virar produtividade.
Como trabalhamos
Um método, quatro passos.
O mesmo método por trás de qualquer porta de entrada. Diagnóstico mapeia o sistema e as alavancas. Redesenho reescreve os processos críticos. Implementação coloca o novo pra rodar com o time. Capacitação deixa o time operando sozinho. A gente constrói com você, não por você, e você sai sabendo continuar.
01. Diagnóstico
Mapeia o sistema e as alavancas de maior impacto.
02. Redesenho
Reescreve os processos críticos em volta do objetivo.
03. Implementação
Coloca o novo pra rodar com o time, na prática.
04. Capacitação
Deixa o time operando sozinho, sem depender da gente.
Por onde começar
Três formas de entrar, pelo estágio em que você está.
Da empresa que ainda precisa sentir o impacto à que já decidiu transformar. Você entra pela porta do seu momento, e o método por trás é sempre o mesmo.
01. Uma palestra sobre IA no seu setor
Pra sair da inércia.
Para empresas que ainda não sentiram o impacto. A IA já mudou as regras do seu mercado, mas dentro de casa ninguém mediu o tamanho disso. A palestra mostra o que já está em jogo no seu setor, antes de discutir qualquer ferramenta.
O que você leva: todo mundo sai falando a mesma língua, com urgência, antes de partir pra solução.
02. Um workshop na área onde o desafio já tem nome
Pra destravar onde dói.
Para empresas que já identificaram onde dói. Você sabe qual área trava, qual processo não acompanha o ritmo que a IA impôs ao mercado. Entramos nela com o time, mão na massa, e reescrevemos a forma de trabalhar daquele pedaço.
O que você leva: o time sai com biblioteca de prompts, primeiros artefatos e um jeito novo de fazer o que antes tomava o dia.
03. Uma anamnese que vira caso de negócio
Pra mudar sem ser no escuro.
Para empresas que já decidiram que precisam mudar. O risco agora é mudar no escuro. A anamnese lê como o sistema opera hoje, acha as alavancas de maior impacto diante do que a IA mudou no seu mercado e quantifica o retorno antes de qualquer projeto.
O que você leva: um caso de negócio inquestionável, não uma lista de recomendações genéricas. É a porta de entrada pro redesenho do sistema.
Quem lidera
A Mob House tem quem a lidere, mas ela é uma mob.
A liderança garante o nível e o padrão. O trabalho é coletivo, e esse coletivo inclui você.
Michel Lent, Fundador
Três décadas criando marcas e negócios digitais. LinkedIn Top Voice e certificação Master em Replit. Faz e ensina a fazer.
Filipe Diniz, Sócio-Fundador
Executivo de transformação digital, com passagens por Merck/MSD Brasil e Telefônica Vivo. Ponte entre estratégia e operação.
Gabriela Berriel, Sócia
Engenheira, ex-Amazon, Motorola, LinkedIn e CDO da Sanofi. 25+ anos em tecnologia, dados e marketing digital. Mestrado em Columbia.
Juliano Motta, Sócio
CMO e consultor, ex-McKinsey, UOL/PagSeguro e MercadoLivre. 20+ anos em marketing digital e novos negócios no Brasil e LATAM.
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Contato
A Mob House existe pra levar a empresa da adoção individual de IA pra uma nova forma de operar. Redesenhamos o sistema por dentro, no lugar de instalar ferramenta por cima. Do ganho individual ao resultado coletivo.
A Mob House reescreve o sistema operacional do seu negócio.
E devolve rodando. Começa com uma conversa: manda um email ou chama no WhatsApp, sem formulário, sem espera.
mandajobs@mob.house
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